Trump diz que Rússia concordou em libertar ex-fuzileiro americano preso no país
11/08/2026
(Foto: Reprodução) Bombardeio ucraniano atinge refinaria no Tartaristão, na Rússia, e deixa mortos e feridos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (12) que a Rússia concordou em libertar o cidadão americano Robert Gilman, ex-fuzileiro naval dos EUA que estava preso no país.
Segundo Trump, a decisão foi tomada após conversas com o presidente russo, Vladimir Putin.
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"Estamos gratos por essa decisão e pelo fato de a Rússia não ter pedido ninguém em troca. Não houve troca de prisioneiros", escreveu Trump em uma publicação na rede social Truth Social.
Gilman é natural de Massachusetts e foi preso pelos russos em 2022, aos 28 anos, após ser acusado de agredir um policial enquanto estava embriagado em um trem rumo a Moscou.
Sua saída do cativeiro deve acontecer por razões humantitárias visto que ele enfrenta graves problemas de saúde, segundo Kirill Dmitriev, assessor espeical de Putin, à BBC.
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O ex-fuzileiro enfrenta uma forte pneumonia. Segundo o senador americano Ed Markey, há cerca de 50 dias, Gilamn foi diagnosticado com um estupor dissociativo, que o deixava sem reação e incapaz de interagir ou se alimentar.
De acordo com a agência Reuters, médicos acompanhavam Gilman durante o voo de retorno aos Estados Unidos. Um funcionário do governo americano afirmou que ele aparentava estar em boas condições. A família aguarda sua chegada a um hospital militar no Texas.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, publicou um tuíte comemorando a volta do militar.
"Embora reconheçamos esse passo positivo, continuamos buscando o retorno imediato de todos os outros americanos detidos injustamente, incluindo Stephen Hubbard, que é considerado um cidadão mantido preso de forma indevida. O presidente não vai parar até que todos os americanos detidos injustamente estejam de volta para casa", ele disse, na rede social X.
Na publicação, Rubio também agradeceu ao enviado russo Steve Witkoff por intermediar a libertação e por permitir o tratamento médico adequado. Segundo ele, a gestão de Donald Trump já libertou mais de cem cidadãos americanos "presos injustamente" na Rússia e em outros países.
Em publicação no X, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo dos EUA vai seguir nos esforços para libertar outros cidadãos americanos.
Reprodução: X (@SecRubio)